terça-feira, 6 de janeiro de 2015



                             Feliz por nada



Sinopse: “Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve.” É com a força transformadora de um abraço que Martha Medeiros abre este novo livro de crônicas e é com a mesma singeleza e olhar arguto para o cotidiano que a escritora ilumina algumas das questões mais urgentes do século XXI. A destacada romancista, cronista e poeta, que já teve obras adaptadas para o cinema, para a tevê e para o teatro, fala aos leitores com a sinceridade de um amigo e materializa as angústias e os anseios da sociedade pós-tudo, que vive acuada sob o grande limitador do tempo. Nesta coletânea de mais de oitenta crônicas, Martha Medeiros aborda temas muito diversos e ao mesmo tempo muito próximos do leitor. A autora tem o dom para aproximar assuntos por vezes fugidios – como é próprio do cotidiano – de questões universais, como o amor, a família e a amizade, e criar lugares de reconhecimento para o leitor, como ao falar de Deus, dos romances antigos e novos, da mulher, de escritores e cineastas que são imortais, de se perder e se reencontrar, do que a vida oferece e muitas vezes se deixa passar. “Feliz por nada”, afirma Martha Medeiros, é fazer a opção por uma vida conscientemente vivida, mais leve, mas nem por isso menos visceral.

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Na verdade não li o livro todo, devo ter parado na metade, mas esse parte já foi o suficiente para que eu sentasse e refletisse sobre varias coisas, e decidir atravessar a fronteira do oi. “Atravessando a fronteira do oi” e uma das crônica do livro em que a autora conta sobre a relação que tinha com Eneida, uma fotografa que freqüentava a mesma academia que ela, fazia o mesmo percurso de caminhada que ela, mas só diziam “oi” uma para a outra. Mas Martha viaja para Londres e sabe que Eneida estará la e decide atravessar a fronteira do oi convidando-a para jantar, e a convidou para outros passeios Martha e Eneida viram amigas de infância.
Essa crônica me motivou a atravessar a fronteira do oi e fiz uma ótima amiga. Então acredito que Feliz por nada e uma ótima sugestão, não só por isso, mas pelo fato de ser constituído de crônicas e cada uma de leva a um lugar e te apresenta um ponto de vista maravilhoso sobre variados assuntos.

Davy Jones

Se você já assistiu Piratas do Caribe e bem provável que já ouviu falar em Davy Jones e no Baú de Davy Jones, Davy Jones e citado não só em Piratas Do Caribe, como também em animes, series, desenhos e jogos.... 

Davy Jones era um homes do mar ou, para algumas pessoas, um deus que atormentava marinheiros até a morte, atraia tempestades para navios despreparados, confundia capitães e pilotos para fazê-los errar a rota de seus navios e bater em rochedos, recifes, bancos de areias ou entrar em correntes marítimas perigosas, além de engajar marinheiros em missões tão perigosas, que o número de sobreviventes era ínfimo. Acredita-se que poderia também prolongar a vida de um morto ou semi-morto através de um pacto. Talvez por esse motivo em terras equatoriais, Davy Jones, equivale ao Diabo.

Em algumas regiões dos trópicos, é considerado como o deus que é contra o amor devido uma desilusão amorosa. Seu objetivo é fazer com que os homens não sofram como ele sofreu. É também o deus em que, segundo últimos relatos de pessoas dos trópicos, os piratas temem mais.Quem apunhalar o coração ainda pulsante de Davy Jones terá que arrancar o seu e assumir o lugar do monstro.


O Baú

O Baú de Davy Jones é uma expressão usada para definir o fundo do mar - o local de descanso dos marinheiros afogados e de quem morre no mar. É o eufemismo para a morte no oceano. O baú de Davy Jones é o purgatório, céu e inferno de quem morre no mar. Nele, as pessoas enfrentam seus medos mais profundos. A lenda diz que é o próprio Jones que arrasta as almas até o fundo do mar, mas é possível ressuscitar "se souber o caminho". A reputação de Jones e seu armário desenvolveram muito medo entre os marinheiros, fazendo com que hesitassem ao entrar em maiores detalhes.
O armário do Davy Jones também desempenha seu papel na cultura popular, já tendo aparecido até mesmo em um episódio do desenho Bob Esponja Calça Quadrada, exibido no canal Nickelodeon. A lenda também já foi mencionada na terceira parte da quadrilogia Piratas do Caribe, "Piratas do Caribe: No Fim do Mundo". Neste filme, o pirata Jack Sparrow (Johnny Depp), após ser devorado pelo Kraken, uma terrível fera sob o poder de Davy Jones, precisa regressar do armário de Davy Jones nos confins da Terra e travar a batalha definitiva contra Jones, junto com Will Turner (Orlando Bloom), sua noiva Elizabeth Swann (Keira Knightley), o seu ex-inimigo Barbossa (Geoffrey Rush) e o Capitão Sao Feng (Chow Yun-Fat).

O Holândes voador


Algumas lendas dizem que Dvy Jones comandava o Holandês voador. 
Um navio fantasma holandês que supostamente vagará pelos mares até o fim dos tempos sem poder aporte. Segundo as lendas do mar, é “um veleiro que navegava de contra ao vento, uma característica marcante desse navio”
Em uma  lenda Davy Jones seria o capitão do Holândes voador, nessa lenda Davy Jones seria o capitão amaldiçoado do navio e estaria condenado a vagar para sempre no mar pela ninfa (rainha das sereias) do Mar Calypso, podendo desembarcar por 1 dia a cada 10 anos.